Oi, olá.
Não li muito neste junho. Sei lá, tô de ressaca literária – ou tô, simplesmente, desanimada por causa das provas que começaram dia 18 e vão até o fim do mês. Quero que minhas férias cheguem logo. Afinal, ninguém merece estar fazendo provas enquanto outros estão de férias... poxa.
Parando com a autopiedade, queria chamar atenção para a cara do blog. Coloquei essa URL que vocês podem ver agora e também dei uma decorada. Por que esse endereço?, acredito que vocês (leitores fantasmas) estão se perguntando. Ora, porque "a leitora sem leitores" era muito mimimi ninguém lê meu blog tô aqui falando sozinha e daqui a pouco vou excluir essa joça. Já "as folhas da Sibila" é muito mais poético e abrangente. Quero ver quem discorda. (Aliás, quanto às pessoas que leem esta coisinha e não interagem comigo, por favor, lhes convido a puxar uma cadeira e conversar com quem vos fala. Não precisa nem seguir o blog, é só deixar algum comentário dizendo se gostou ou não, o que falta ou o que sugeres. Eu ficaria feliz com isso, hihi.)
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| A Sibila Délfica, de Michelangelo (teto da Capela Sistina). |
Voltando ao assunto anterior: coloquei esse endereço porque gosto muito de mitologia grega e, há alguns meses, li um livrinho sobre isso. Lá falava da Sibila – uma profetiza que escrevia, em folhas de árvores, coisas importantes a respeito do destino das pessoas. A Sibila deixava as folhas distribuídas pela gruta onde vivia, onde podiam ser consultadas por quem quisesse – embora quando sopravam ventos fortes e as folhas voavam a profetiza não se importava em reuni-las outra vez. Uma lenda envolvendo uma dessas profetizas contava que ela tinha oferecido nove grandes livros para um rei, cobrando um preço salgado. O rei não os quis. A Sibila queimou um terço dos livros e voltou com os outros seis, pedindo o mesmo preço. O rei não entendeu e rejeitou novamente. Outra vez a Sibila queimou três livros e trouxe os três restantes, cobrando o mesmo preço – e dessa vez o rei aceitou, pois ficou curioso. E, surpreso, viu que nos livros estava escrito o destino de Roma!
Junto a essa história havia esses versos, trecho de uma obra do escritor Edward Young:
Se tem planos a respeito do futuro,
Estão todos registrados em folhas,
Como Sibila, êxtase insubstancial e efêmero,
Que à primeira explosão desaparece no ar.
(...)
Assim como os estratagemas mundanos
Estão todos registrados em folhas,
Como Sibila, êxtase insubstancial e efêmero,
Que à primeira explosão desaparece no ar.
(...)
Assim como os estratagemas mundanos
Se parecem com as folhas da Sibila,
Os dias do homem bom são também comparáveis aos seus livros,
O valor é cada vez maior, embora mais escassos se tornem.
Acho esses versos lindos demais (tanto que os da última estrofe estão no meu mural do Skoob), pois neles está colocada uma verdade incontestável e admirável: por mais que tenhamos planos, não podemos prever o futuro ou controlá-lo, pois ele está sujeito à qualquer mudança, à qualquer rajada de vento; quanto mais vivemos, menos dias nos restam de vida, porém mais valor nossos dias possuem, já que com o tempo adquirimos experiência e conhecimento. Entenderam? Tá, não sei se ficou claro, mas continuo adorando essas palavrinhas – por isso o nome do blog!
Mas sério, no quesito de abranger mais, o título faz referência a essa relação de vida e tempo. Quero aproveitar o tempo que tenho, fazer o que desejo e falar sobre o que gosto – afinal, o tempo é uma ilusão e o amanhã não existe, haha. Por isso este blog vai ter um pouco de tudo e bastante de mim.
Mas sério, no quesito de abranger mais, o título faz referência a essa relação de vida e tempo. Quero aproveitar o tempo que tenho, fazer o que desejo e falar sobre o que gosto – afinal, o tempo é uma ilusão e o amanhã não existe, haha. Por isso este blog vai ter um pouco de tudo e bastante de mim.
Ok, já chega de tagarelar. Queria informar que as quinzenas que eu pretendia fazer estão ficando desorganizadas (faz bem mais de 15 dias que fiz a última, por exemplo), e falar de livros a cada 15 dias é meio que me pressionar, o que eu desgosto. Vou manter isso de mostrar dois livros que li recentemente, mas não em quinzenas! Até porque este não é um blog literário e eu tenho a liberdade de digerir minhas leituras como eu desejar.
Já que este mês não vai ter nada sobre livros que eu li, pensei em mostrar um hobby que tenho tido. Eu estudo de manhã e vou de van para a escola. O lugar onde eu moro é um vale e esse terreno acidentado proporciona ótimas visões do nascer do sol. Tem um certo ponto por onde passo com a van que tem uma vista incrível, e venho fotografando esse lugar há algum tempo. O resultado é este:
O padrão das palmeiras dá um aspecto interessante às fotos e a luz do sol, seu reflexo que vez ou outra pode ser visto no lago e as nuvens decoram o céu de maneira única. Adoro olhar o céu e estou gostando de tirar essas fotos (embora meu celular não tenha a melhor câmera para registrá-las). Todas foram tiradas por volta de 6h30 da manhã.
Espero que tenham gostado das imagens e das explicações e novidades que eu dei. Obrigada, novamente, aos meus amigos, que mesmo não tendo blogs visitam o meu e comentam sobre o que leram e gostaram (principalmente sobre Os Lusíadas – eu sabia que seria útil, hahaha).
Por hoje é só. Tchau, tchau!
・゜・。☆ 。・゜・
Já que este mês não vai ter nada sobre livros que eu li, pensei em mostrar um hobby que tenho tido. Eu estudo de manhã e vou de van para a escola. O lugar onde eu moro é um vale e esse terreno acidentado proporciona ótimas visões do nascer do sol. Tem um certo ponto por onde passo com a van que tem uma vista incrível, e venho fotografando esse lugar há algum tempo. O resultado é este:
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| 02/04 (acho) |
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| 30/04 (acho) |
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| 06/06 (meu preferido) |
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| 10/06 |
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| 16/06 |
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| 18/06 |
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| 23/06 |
Espero que tenham gostado das imagens e das explicações e novidades que eu dei. Obrigada, novamente, aos meus amigos, que mesmo não tendo blogs visitam o meu e comentam sobre o que leram e gostaram (principalmente sobre Os Lusíadas – eu sabia que seria útil, hahaha).
Por hoje é só. Tchau, tchau!
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